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 O PROJETO BRASIL É UMA MENSAGEM DE ESPERANÇA COM PROPOSTAS CONCRETAS PARA CONSTRUÇÃO DE UMA NOVA REALIDADE, A PARTIR DA FORMAÇÃO DE UMA NOVA CONSCIÊNCIA INDIVIDUAL

"MUDA TEUS HÁBITOS E OS NOVOS HÁBITOS ACABARÃO POR TE MUDAR"

 

SANIDADE

 

PARECE QUE NEM TUDO ESTÁ PERDIDO NESTE MUNDO INSANO.

COMEÇAM A SURGIR ORGANIZAÇÕES E AÇÕES QUE PRIMAM PELA SANIDADE EM PROL DO PLANETA E DA HUMANIDADE!

Outdoor em Sintra causa polémica

A empresa The Great Decrease afixou o mesmo cartaz na Holanda e em Singapura sob o pretexto de “olhar para o declínio da população sob uma nova perspectiva”.

Foi colocado um cartaz em Sintra, perto do areal da Praia das Maçãs, que deixa um apelo a taxas baixas de natalidade. Em inglês, o poster exclama: “Celebrem as baixas taxas de natalidade!”, sendo que logo abaixo vem a assinatura do responsável pela campanha: The Great Decrease.

A empresa holandesa, em conversa com Renascença, esclareceu que afixou outros dois cartazes idênticos: um na Holanda, outro em Singapura. O critério de escolha para a afixação destes outdoor deveu-se ao facto de apresentarem baixas taxas de natalidade, sendo mesmo Portugal o país com a taxa mais baixa na Europa – 1,2%; na Holanda fixa-se em 1,6%, enquanto em Singapura está em 1,3%.

“The Great Decrease é um alerta para se olhar para o declínio da população sob uma nova perspetiva”, explica Sascha Landshoff à radio portuguesa. Também garante que cartazes como o da Praia das Maçãs, ou outros, com slogans como “Encolha-se em direção à abundância”, servem meramente para “encorajar as pessoas a adotarem o declínio da população”.

A empresa holandesa baseia-se no relatório do Departamento dos Assuntos Económicos e Sociais das Nações Unidas para elaborar esta campanha. O relatório concluiu que a população mundial aumenta, todos os anos, em 83 milhões de pessoas. Com base nestes resultados, a ONU calcula que a população mundial, atualmente estacionada nos 7,6 mil milhões de pessoas, atinja os 9,8 mil milhões em 2050 e os 11,2 mil milhões em 2100.

“Este grande número de pessoas é a força motriz por trás dos principais problemas da atualidade, incluindo as mudanças climáticas, a perda de biodiversidade e a escassez de recursos”, defende Sascha Landshoff.

Contactada pela Renascença, fonte da presidência da Câmara Municipal Sinta garante que na passada sexta-feira a fiscalização da autarquia se deslocou ao local para “verificar a legalidade da situação”, admitindo a remoção do cartaz se a mesma não se verificasse. A mesma fonte explicou, depois, que referido outdoor “está legalizado, encontra-se em local licenciado e com os pressupostos legais cumpridos”, pelo que o Artigo 7.º do Código da Publicidade não foi violado, uma vez que “não ofende valores nem tem linguagem imprópria”.

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SALVINI QUER QUE A UNIÃO EUROPEIA ADOTE UM PLANO DE REPATRIAMENTO DE EMIGRANTES

Salvini, líder da Liga, emitiu um pedido ao primeiro-ministro, Giuseppe Conte para convencer a Europa a adotar o seu método de repatriamento de emigrantes.

Depois de ter sido aprovado esta segunda-feira em Itália, um decreto-lei que visa multas até um milhão de euros às organizações não-governamentais (ONG) que resgatem imigrantes no mar Mediterrâneo e tentem entrar em águas italianas, Salvini enviou uma carta a Conte, onde fala sobre “a criação de um fundo para as políticas de repatriamento”.

Segundo o plano, o fundo iria inicialmente começar com dois milhões de euros para o ano de 2019 e poderia vir a alcançar os 50 milhões de euros para apoiar os países que facilitem o regresso dos seus emigrantes que efetuem o desembarque em Itália.

“Trata-se de um instrumento cuja aplicação se revelará crucial na defesa do princípio, defendido por nós, de premiar, também através de formas idóneas de cooperação, os países terceiros que colaborem na readmissão de pessoas irregulares” que se encontram em Itália, explicou.

 

Para Salvini esta solução “pode constituir um modelo válido a exportar para a União Europeia [UE]” e permitir “um salto de qualidade nas relações de colaboração sobre os repatriamentos” para países terceiros. No documento, o líder da Liga pede a Conte para abordar o assunto na Comissão Europeia para "abrir a imediatamente a via a uma nova ação para as políticas migratórias”.

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O MASSACRE DOS IDOSOS NO BRASIL

Anteontem, a ANS – Agência Nacional de Saúde Suplementar – fixou um aumento máximo de 7,35% nos planos individuais.

Esse percentual, se comparado com a inflação dos últimos 12 meses, 3,37% (IPCA), é simplesmente um assalto.

Em 2018, foi ainda pior. Meu reajuste foi de 10%, contra um IPCA de 3,75%.

Como gosto de dar nome aos bois, meu plano é da Silvestre Saúde, que atende exclusivamente no Rio de Janeiro.

Desde que me filiei a ele, em dezembro de 2013, a mensalidade subiu de R$ 1.589,54 para R$ 2.807,42, um acréscimo de 76,62%.

No mesmo período, a inflação (sempre de acordo com o IPCA) foi de 37,92%.

Eu deveria estar pagando R$ 2.192,29.

As operadoras alegam que os índices de alta de preços da medicina são maiores do que os da economia como um todo.

Mas se esqueceram de avisar isso ao INSS e aos planos de aposentadoria complementar, de onde vêm os recursos de boa parte dos velhinhos.

O que as empresas de seguro-saúde querem é que os anciões fiquem inadimplentes e se desassociem. A partir de determinada idade, tornam-se um mau negócio.

Os reajustes de mensalidades poderiam ser minimizados através do uso de equipamentos médicos de penúltima geração ou por intermédio da cobrança de um valor por consulta (R$ 50,00, por exemplo).

Muita gente vai aos consultórios e hospitais por qualquer razão, uma vez que o plano de saúde já está pago.

Para os velhos mais insistentes (esse negócio de “melhor idade” é uma cascata sem tamanho), que se privam de quase tudo para continuar pagando seu convênio médico, os hospitais têm até suas casas da morte.

Há alguns anos, um parente próximo, de idade bem avançada, e sofrendo de doença terminal de lenta evolução, foi transferido do CTI de um hospital para um desses pré-sarcófagos, não mais do que gavetas onde os pacientes ficam aguardando seu desfecho, quase sem dar despesas à seguradora de saúde.

Por que estou escrevendo estas coisas, já que o tema de minha newsletter é o mercado de capitais e os acontecimentos que o influenciam?

O motivo é simples.

Nós, analistas, temos o defeito de mostrar a importância de se poupar e investir mensalmente algum dinheiro para, mais tarde, viajar pelo mundo, ter sempre um carro novo e uma casa de praia ou de campo com todos os confortos, sem nunca sentir falta de dinheiro.

Acho que há um lado muito mais importante nessa nossa missão, praticamente um apostolado, de dar aconselhamento financeiro às pessoas.

Você, caro amigo leitor, precisa poupar mais do que imagina para, se der o azar de viver 90 ou 100 anos, não ter de morrer deitado no ladrilho frio do corredor de um hospital público.

Ivan Sant’Anna – Inversa publicações – 25 jul 19

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Hospital terá pago mais de 5 milhões de euros para esconder possível negligência médica, na sequência da morte de Neil Armstrong

A família de Neil Armstrong recebeu, de acordo com uma investigação do New York Times, mais de 5 milhões de euros para ocultar as falhas nos serviços médicos prestados ao astronauta, e que poderão ter resultado na sua morte

O hospital onde Neil Armstrong morreu, a 25 de agosto de 2012, com 82 anos, terá pago à família uma indemnização de 6 milhões de dólares (5 milhões e 300 mil euros), como parte de um acordo confidencial para resolver alegadas complicações depois de uma cirurgia cardiovascular.

Segundo os documentos legais, que se tornaram públicos na terça-feira, o valor foi distribuido por 10 familiares do astronauta: os dois filhos, os irmãos e os seis netos.

Uma investigação do The New York Times conta que os dois filhos de Neil Armstrong ficaram descontentes com o tratamento pós-operatório do Mercy Health-Fairfield Hospital, e que poderá ter custado a vida ao astronauta. Os médicos decidiram fazer uma cirurgia de bypass arterial, que requer a implantação de fios temporários para ajudar a acelerar o batimento cardíaco. As complicações médicas terão começado depois da remoção desses fios, algo que segundo um especialista, terá causado uma "hemorragia significativa e rápida".

Ashish Jha, professor de medicina na Universidade de Harvard, que trata regularmente de pacientes em pós-cirurgias cardíacas, explica que "se alguém baixar substancialmente a pressão arterial, isso significa que está a ter uma hemorragia potencialmente fatal". "Eu não entendo completamente porque é que eles foram para o laboratório de cateterismo", afirma. Na sua opinião, "a morte era totalmente evitável".

Apesar da instituição ter negado quaisquer falhas no serviço, o perito contratado pelo próprio hospital também identificou sérios problemas no tratamento prestado ao doente, e o hospital decidiu pagar a indemnização milionária, em troca do sigilo dos familiares, de modo a evitar publicidade negativa.

Os registos do tribunal mostram que a maior parte do pagamento, quase 5,2 milhões de dólares, foi dividida igualmente entre os filhos Mark e Rick. O irmão e irmã do astronauta, Dean A. Armstrong e June L. Hoffman, receberam cada um 250 mil dólares, e aos seis netos coube, a cada, 24 mil dólares. A viúva fez questão de sublinhar, durante uma entrevista, que não participou no acordo. "Eu quero que isso fique registado", afirmou.

Nanette Bentley, porta-voz do grupo hospitalar, disse ao The Cincinnati Enquirer, na terça-feira, que a "natureza pública dessas informações é muito decepcionante, tanto para nós, como para a família do paciente que desejava manter essa questão legal em segredo".

No comunicado emitido pela família, na altura da morte do astronauta, pode ler-se: "Honrem o seu serviço exemplar, desempenho e modéstia". "Da próxima vez que saírem, numa noite clara, e virem a lua a sorrir para vocês, pensem em Neil Armstrong e pisquem-lhe o olho".

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Se num país onde as leis funcionam para todos isso acontece com um astronauta, herói dos EUA, que acontecerá no Brasil onde nada funciona como deveria para quem nem é astronauta?

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A Engenharia do Consentimento – Daniel C. Ávila.

http://www.ip.usp.br/portal/index.php?option=com_content&view=article&id=1927:v3n1a09-a-engenharia-do-consentimento&catid=340&Itemid=91

Em 2002 a BBC transmitiu uma serie de documentários a respeito da recepção e da aplicação das teorias de Sigmund Freud nos Estados Unidos e Grã-Bretanha. 

The Century of the Self pretendia expor de que maneira as ideias do fundador da psicanálise haviam sido exploradas não apenas por médicos e psicólogos, mas também por organizadores de campanhas e políticos, afetando a representação de democracia com noções como inconsciente, desejo e neurose.

Segundo seu produtor, Adam Curtis, seria uma “serie sobre como aqueles no poder na América pós-guerra usaram as teorias de Freud sobre a mente inconsciente para sujeitar e controlar as massas”.

Com capítulos dedicados aos herdeiros da psicanálise no mundo anglo-saxão como Wilhem Reich e Anna Freud, além de contar com a participação periférica de outros psicanalistas importantes como Ernest Jones e Ernst Federn, a serie também apresentou um personagem geralmente desconhecido pelo público não especializado: Edward Louis Bernays, sobrinho em segundo grau de Freud.

Em 1917, quando os EUA declararam guerra à Áustria e aos outros países da Tríplice Aliança [Primeira Guerra Mundial], Bernays foi convidado a participar do Comitê de Informação Pública, órgão criado pelo governo norte-americano com o objetivo de divulgar para a população o esforço de guerra em promover a democracia em todo o mundo.

Com apenas 27 anos, ele integrou a comitiva que acompanhou o presidente Woodrow Wilson na conferência de paz em Paris, atestando seu desempenho excepcional no contato com o público.

No retorno aos EUA, Bernays se perguntou se a propaganda, tão efetiva nos tempos de guerra, poderia ser usada também durante a paz.

Assim, chegando a Nova York passou a oferecer às empresas norte-americanas seus serviços de Relações Publicas [ Public Relations], profissão que ele recém inventara.

Bernays propunha que as Relações Publicas poderiam empregar as ideias da psicanálise na solução de problemas de consumo que surgiam na florescente sociedade industrial que brotava no pós-guerra.

Bernays fez os livros de Freud serem publicados como também se tornou um “agente” de Freud, promovendo e divulgando-os “fazendo-os polêmicos”, e tornando a psicanálise conhecida e aceita junto a sociedade norte-americana.

Os livros de Bernays, bem como os textos ditos sociológicos de Freud, passaram a ser lidos não apenas pelos grandes empresários e publicitários norte-americanos. Eles prontamente influenciaram jornalistas e intelectuais, e fomentaram discussões a respeito da capacidade das massas em participar dos processos políticos sem se comportar como uma turba incontrolável.

Bernays acreditava poder convencer as massas a abandonarem sua agressividade primaria e perseguirem um fim socialmente desejável, em um governo sintonizado com suas necessidades de consumo e de felicidade.

Livrando as pessoas das frustrações diárias e controlando o desejo irracional por meio da “engenharia do consentimento”, os políticos e empresários eliminariam ao máximo as perturbações sociais, soterrando-as sob um constante bem-estar e prazer.

Ele definiu esse modelo da sociedade como Democracity, a cidade verdadeiramente democrática, uma utopia da liberdade e do capitalismo.

Democracity foi apresentada ao público na Feira Mundial de Nova York em 1939, na forma de um imenso edifício de forma esférica, na qual era exibida uma maquete futurista da sociedade norte-americana, elaborada pela General Motors.

O evento foi um sucesso de público, atraindo mais de 44 milhões de pessoas.

Muitas atuações de Bernays foram alvo de severas críticas.

Suas obras, ademais, foram empregadas em diversos fins que o próprio Bernays não esperava.

Ele teria ficado chocado, por exemplo, ao descobrir que Goebbels[ ministro da Propaganda de Hitler] lera Crystallizing Public Opinion – publicado em 1923- para planejar o extermínio dos judeus da Alemanha nazista e aumentar o apoio da população alemã a tal atrocidade.

Massa e Poder é o título de um livro de Elias Canetti, onde pode-se ler o seguinte:

A Escravidão

O escravo é uma propriedade como o gado o é, e não como uma coisa inanimada.

Sua liberdade de movimentos lembra a de um animal ao qual se permite pastar e fundar algo como uma família.

O verdadeiro caráter de uma coisa é sua impenetrabilidade. Ela pode ser chutada e empurrada, mas é incapaz de armazenar ordens.

A definição jurídica do escravo como coisa e como propriedade é, pois, enganosa. Ele é um animal e uma propriedade. É antes como um cão que se pode comparar um escravo.

O cão capturado foi retirado de sua matilha: foi isolado. Está sob as ordens de seu dono. Abre mão de suas próprias iniciativas, na medida em que estas contrariem tais ordens, e, como recompensa por isso, é por ele alimentado.

Alimento e ordem possuem assim, tanto para o cão quanto para o escravo, uma mesma fonte – seu dono -, e, nesse sentido, não é totalmente inadequado comparar-lhes o status ao das crianças.

O que, porém, os diferencia destas tem a ver com a maneira como administram as metamorfoses.

A criança exercita todas as metamorfoses das quais, mais tarde, possa vir a precisar.

Nesses exercícios, os pais a ajudam e, com os novos desafios, estimulam-na sempre a novos jogos.

A criança desenvolve-se em muitas direções e, uma vez tendo adquirido o domínio sobre suas metamorfoses, é, como recompensa, acolhida numa categoria mais elevada.

Com o escravo acontece o contrário.

Assim como o dono não permite ao cão caçar o que quiser, mas restringe o âmbito dessa caçada segundo o que melhor lhe aprouver, assim também retira do escravo as metamorfoses que este desenvolveu.

O escravo não pode fazer isto ou aquilo; certos afazeres específicos, porém, ele tem de repeti-los, e quanto mais monocórdios estes forem, tanto mais seu senhor os destina a ele. Enquanto se lhe permite realizar os mais diversos afazeres, a divisão do trabalho não representa perigo para o modo como o homem administra suas metamorfoses.

Mas, tão logo ele é restrito a uma única tarefa, devendo, ademais realizá-la com a máxima eficiência no menor tempo possível – ser, pois, produtivo -, o homem se torna aquilo que verdadeiramente se definiria como escravo.

Desde o princípio, deve sempre ter havido duas espécies bastante distintas de escravos: uns atrelados exclusivamente a um único dono, como os cães domésticos, os outros reunidos feito os rebanhos no pasto.

Tais rebanhos, certamente há que se considerá-los os mais antigos escravos do homem.

O desejo de transformar homens em animais constitui o mais forte impulso para a propagação da escravidão.

Não há como superestimar a energia desse desejo, bem como a do desejo contrário: o de transformar animais em homens.

Tão logo os homens conseguiram acumular tantos escravos quanto o número de animais em seus rebanhos, estavam lançadas as bases para o Estado e o despotismo, e não pode haver dúvida de que o desejo de transformar um povo inteiro em escravos ou animais faz-se tanto mais forte no soberano quanto maior o número de pessoas que compõem esse povo.

Devemos relembrar a citação de Edward Bernays no seu livro “Propaganda”:

“A consciente e inteligente manipulação dos hábitos organizados e opiniões das massas é um importante elemento na sociedade democrática.

Aqueles que manipulam este despercebido mecanismo da sociedade constituem um governo invisível que é o verdadeiro poder regulador de nosso país…

Nós somos governados, nossas mentes são moldadas, nossos gostos formados, nossas ideias sugestionadas, largamente por homens de quem nunca ouvimos falar.  Isto é um resultado lógico do caminho em que nossa sociedade democrática é organizada.

Vasto número de seres humanos devem cooperar desta maneira se eles tem que viver juntos como uma sociedade que funciona sem dificuldades…

Em quase todo ato de nossas vidas diárias, tanto na esfera da política ou dos negócios, em nossa conduta social ou em nosso pensamento ético, nós somos dominados por um número relativamente pequeno de pessoas…que entendem o padrão de processo mental e social das massas. São eles que puxam os fios que controlam a mente do público.”

A influência de Edward Bernays, desde 1913, quando começou a atuar na política americana e inglesa e junto as grandes corporações americanas, é tão grande, que seria necessário escrever um livro apenas sobre este assunto.

Ele escreveu diversos livros sendo um deles – Propaganda (1928) – disponível livremente na internet.

Ele foi considerado um dos homens mais influentes do século XX porém pouco se ouve falar dele.

VAMOS REPENSAR NOSSA CULTURA,  NOSSO PAÍS E  NOSSO MUNDO?

Por que temos que viver permanentemente ameaçados pela violência, cada vez maior, que assola as grandes cidades?

Por que temos que adotar um estilo de vida consumista que está destruindo os recursos do planeta?

Por que temos que aceitar trabalhar um vida inteira e vivermos o pouco que nos restará  com uma aposentadoria miserável? 

Por que temos que chegar a matar ou morrer torcendo por um clube que nem sabe que existimos?

Por que somos tão alienados?

Por que precisamos de leis para nos proteger dos perigos do excesso de velocidade?

Por que tentamos enganar os "pardais" que têm o objetivo de proteger nossas vidas?

Por que somos tão irracionais?

Por que ingerimos alimentos e bebidas que sabemos nocivos à saúde?

Por que muitos médicos fumam e morrem de enfarte?

Como cuidarão de nossa saúde se não têm competência para cuidarem-se de si mesmos?

Por que matamos animais (coelhos, galinhas, bois, porcos, etc) para  comer sua carne?

Por que somos tão bárbaros e tão covardes?

Por que fazemos questão de manter vivas pessoas vegetando, às vezes por anos sobre uma cama, em vez de adotarmos a eutanásia?

É um procedimento egoísta e desumano mas muito lucrativo para os médicos, hospitais e laboratórios!

É isso que queremos para nós? Onde está nossa compaixão?

Por que muitos se envolvem com drogas sabendo que é um caminho sem volta?

Por que destruímos nosso pulmão fumando ou o nosso fígado ingerindo bebidas alcoólicas?

Por que somos tão incompetentes para administrar a saúde que é nosso maior patrimônio?

Por que consumimos peixes que vêm do mar, verdadeiro esgoto da humanidade, entulhado de lixo, dejetos e mortos de todas as espécies, inclusive pessoas?

Por que muitas pessoas têm satisfação em assistir uma luta de boxe?

Por que consumimos a violência que nos fornecem pela televisão? 

Por que somos tão violentos?

Por que tantas pessoas voam de ultraleve ou asa delta numa demonstração de total desprezo pela própria vida?

Por que são tão imbecis?

Por que jogamos lixo nas ruas e avenidas?

Por que levamos cães para fazer as necessidades nas ruas sujando as calçadas por onde transitam crianças?

Por que somos tão porcos?

Por que privamos os pássaros da liberdade colocando-os nas gaiolas?

Por que somos tão monstruosos?

Por que os jogos de videogame plantam a violencia na vida de crianças e adolescentes?

Por que as autoridades gastam recursos para instalar a fiscalização eletrônica nas rodovias e depois gastam mais dinheiro colocando avisos onde se encontram os radares, anulando assim o objetivo principal, que é reduzir acidentes e proteger nossas vidas?

Por que são tão incompetentes?

Por que a mídia faz propaganda gratuita de organizações criminosas divulgando suas siglas até então desconhecidas?

Por que também divulgam como a polícia desvendou um crime ou prendeu um assassino?

Por que a TV serve de instrumento para divulgação e propagação da maldade, do crime e do vício através de filmes e novelas?

Por que os meios de comunicação praticam ações tão perniciosas e estúpidas? 

Por que os fabricantes de motos continuam produzindo equipamentos com banco de carona que facilita a execução de assassinatos?

Por que os fabricantes só pensam no maldito dinheiro em vez de se preocupar em participar ativamente na diminuição da violência?

Por que são tão gananciosos?

Por que quem menos pode é que tem mais filhos, gerando uma infinidade de pessoas infelizes?

Por que gastamos tempo falando, gritando, esbravejando, xingando o governo em vez de trabalharmos organizada e inteligentemente na transformação da triste realidade em que vivemos?

Nada vai mudar neste país enquanto as pessoas de bem não saírem da imobilidade, se  conscientizarem de sua  responsabilidade e sua força e fizerem sua parte!

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COMPORTAMENTO RACIONAL

A construção de uma sociedade de paz, mais generosa, solidária e feliz começa dentro de cada um de nós começando pela aceitação de que somos parte do problema e temos que ser parte da solução alterando profunda e radicalmente nossas convicções e adotando um Comportamento Racional.

Este é o único caminho para a combater a maldade, violência, corrupção, alienação e escravidão em que estamos mergulhados

1 - Adotar alimentação e estilo de vida saudável 

2 - Não fumar nem beber sistematicamente

3 - Não criar de cães de raça. A crianças indefesas são as maiores vítimas

4 - Não consumir nenhum estimulante

5 - Não soltar balões

6 - Respeitar as leis de transito, principalmente os limites de velocidade

7 - Não jogar lixo nas ruas e praças nem levar animais que lançam excrementos nas mesmas

8 - Não consumir carne animal

9 - Nunca se envolver em atividades ilícitas

10 - Não gastar dinheiro com animais de estimação

11 - Não manter pássaros nem outros animais em cativeiro

12 - Não dirigir após beber, mesmo socialmente

13 - Sempre cumprir suas obrigações e responsabilidades familiares

14 - Nunca abandonar os filhos ou a esposa/companheira, nem os deixar passar necessidades

15 - Nunca agredir uma mulher ou uma criança nem qualquer pessoa

16 - Não assistir filmes de violência

17 - Não assistir filmes de sexo na presença de crianças

18 - Não comprar revistas de mulheres nuas

19 - Não assistir programas de TV de baixo nível cultural

20 - Não ser torcedor ativo de clubes esportivos nem fazer parte de torcidas organizadas

21 - Não enganar o patrão consumindo seu tempo de trabalho com assuntos fora de suas atividades durante o expediente

22 - Não explorar o empregado exigindo o máximo e pagando o mínimo

23 - Não enganar seus semelhantes para obter vantagens de qualquer espécie

24 - Fazer exames preventivos anuais

25 - Ter consciência de que pode contribuir para um mundo melhor através de seu comportamento e suas atitudes

26 - Respeitar as minorias étnicas e sociais

27 - Ser amoroso com pais, filhos e esposa/companheira

28 - Não perder seu tempo com atividades frívolas

29 - Ter personalidade e não fica copiando os modismos tipo tatuagem, piercing, etc

30 - Não participar de nenhuma religião ou sociedade secreta

31- Ter consciência ecológica e se empenhar em defender o meio ambiente

32 - Não fazer parte de clubes de caça, nem pesca

33 - Não cultivar sentimentos negativos como ódio, vingança e ciúme

34 - Ser uma pessoa generosa, capaz de sacrifícios pelo seu semelhante

35 - Não subornar autoridades (ex. guarda de transito)

36 - Não ficar preocupado em descobrir onde tem vigilância eletrônica nas estradas para desrespeitar os limites de velocidade sem ser multado

37 - Não possuir nem guarda armas de qualquer espécie

38 - Ser a favor da proibição de fabricação e comercialização de armas

39 - Não praticar esportes radicais

40 - Não dar esmolas

41 - Não desempenhar atividades policiais

42 - Não dar sustentação financeira a programas de baixo nível cultural através de ligações telefônicas que resultarão em lucro para as emissoras de TV

43 - Não assistir novelas nem permitir que seus filhos assistam

44 - Não consumir  nem divulgar musica marginal

45 - Não traficar drogas

46 - Não andar de motocicleta

47 - Ser a favor da pena de morte para crimes hediondos

48 - Ser a favor de colônias agrícolas para presos, sem direito a visitas

49 - Não ter comportamento violento

50 - Sempre procurar resolver todas as questões com diálogo

 

 

 



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